<span;>Na madrugada de 22 de junho de 2025 (2h30 IRST, horário do Irã), os Estados Unidos lançaram um ataque coordenado contra três importantes instalações nucleares iranianas: a usina de enriquecimento de urânio de Fordow, a instalação de Natanz e um complexo em Isfahan. A ofensiva — que utilizou bombardeiros furtivos B‑2 carregando bombas de 30 mil libras (GBU‑57A/B MOP) e mísseis Tomahawk disparados de submarinos — foi anunciada pelo presidente americano como “bem‑sucedida” .
<span;>O ataque representa uma escalada significativa na já delicada guerra entre Irã e Israel, iniciada no dia 13 de junho. Israel vinha apontando e bombardeando o programa nuclear iraniano, e agora os EUA entraram diretamente no conflito .
<span;>Em resposta, o líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, classificou a ação como uma “escalada clara no conflito” — prometeu “consequências sérias e irreparáveis” caso os EUA persistam, considerando obrigatório retaliar . O vice‑chanceler iraniano Majid Takht Ravanchi afirmou que, se os Estados Unidos seguirem adiante, o Irã “não teria escolha” além de responder no território de origem dos alvos .
<span;>A ofensiva americana provocou reações imediatas: analistas alertam para o risco de uma guerra aberta no Oriente Médio, enquanto aliados americanos, como Israel, se preparam para intensas retaliações .
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